Ah, setembro…
Agosto, de um par de anos para cá, passou a ser um mês de desgosto (com perdão do trocadilho) e neste ano ele manteve sua fama. Quando setembro chegou ao fim, fiquei pensando como foi um setembro diferente dos outros já vividos. Ele abandonou o status de “mês qualquer” e passou a ter o de “não foi um setembro qualquer”. Afirmo isso porque, logo no primeiro dia dele, sofri uma perda que passou a ser uma das mais dolorosas que já vivi até o momento - e queria que tudo tivesse
há 19 horas2 min de leitura
Pallium
Ela mudou. Quando chego em casa, após um longo dia de trabalho, já não vem até a porta para me receber, com suas patinhas sapateantes e lambidas eufóricas. Ela já nem me ouve chegar… Ela mudou. Já não tem forças para saltar de um sofá para o outro ou descer da cama com agilidade, como antes fazia. Ela mudou. Sua energia diminuiu e, agora, na maior parte do tempo, ela dorme em algum cantinho, sobre o piso gelado. Ela está diferente. Já não nos surpreende com algum brinquedinho
31 de jul.2 min de leitura
Frutos
Às vezes, penso na sorte das filhas que foram chamadas de "princesas" quando pequenas. Não porque usavam vestidos rodados ou coroas de brinquedo, mas porque um pai lhes ensinou, todos os dias, que eram dignas de amor. Foram protegidas. Ouvidas. Incentivadas. Quando caíam, havia uma mão estendida. Quando sonhavam, havia alguém dizendo: "Vai." E há as outras. As que aprenderam cedo que amor e sustento não são sinônimos. Que uma mesa posta não substitui um abraço. Que pagar as c
25 de jul.1 min de leitura



